Nome cientifico : Panorpa
Communis
Nome comum : Mosca Escorpião
Classe: Insectos
Ordem: Mecoptera
Família : Panorpidae
A mosca escorpião, tem o corpo preto e amarelo, com a cabeça e
cauda avermelhada. O macho tem a cauda em forma de aguilhão, como
os escorpiões, característica que o distinge da fêmea. Esta cauda,
sem qualquer função ofensiva, serve apenas para amedrontar os seus
predadores.
O insecto adulto tem um comprimento de cerca de 35mm, com asas que
são na sua maioria claras, com diversas manchas escuras. Tem
grandes olhos e um bico comprido apontado para cima na sua
ponta.
Alimenta-se de pequenos insectos e outros invertebrados mortos,
roubando-os por vezes, das teias de aranha, sem ficar presa.
Os adultos, raramente voam muito e gastam muito do seu tempo
vagueando na vegetação húmida, perto da água e ao longo dos
riachos. Os ovos são fixados anualmente no solo.
Animais
Mosca Escorpião (Animais) Inserido Saturday 23 April 2011 08:44
Guarda-rios (Animais) Inserido Monday 31 January 2011 21:25
Os guarda-rios, Alcedo atthis, são aves de pequeno a médio porte (10 a 46 cm de comprimento). Grande cabeça, bico comprido, asas largas, pernas e cauda curtas. Azul e verde brilhantes nas partes superiores - dorso e cauda parecem luminosos. Laranja avermelhado inferiormente. O bico do macho é preto acizentado, enquanto a fêmea tem a base da mandíbula inferior vermelha. Bastante tímido. Voo rápido e directo, bem por cima da água, vendo-se pouco as suas cores, mas o dorso e a cauda brilham.
A Pequena Borboleta (Animais) Inserido Thursday 21 October 2010 22:24
Esta bela borboleta, embora comum em Portugal, não tem um nome comum em português. O seu nome científico é Euphydryas aurinia, pertencente á família Nymphalidae. Pode medir entre 30 a 46mm, encontra-se mais facilmente entre os meses de Abril a Julho e é uma espécie protegida e Portugal.
Este exemplar foi visto junto da Ribeira da Azenha, em Espinhal, no dia 10/05/2009.
Lagostim Vermelho (Animais) Inserido Sunday 17 October 2010 20:51
Lagostim Vermelho, encontrado junto aos campos do Baixo Mondego, em 03/10/2010.
O lagostim-vermelho (Procambarus clarkii) é proveniente do Estado da Louisiana, EUA. Este crustáceo de água doce muda sua coloração dependendo do meio onde vive, do seu estágio de crescimento, da alimentação, entre outros fatores. Vive até dois anos e chega a medir 15 cm. Em geral são calmos, vivendo quase sempre escondidos e não gostam de luminosidade excessiva. Assim como os demais artrópodes (animais de patas articuladas), os lagostins sofrem diversas ecdises (troca de carapaça) para crescer. A carapaça original é descartada quando a quantidade de hormônio de crescimento desses artrópodes atinge certo grau, somente depois do descarte é que a nova carapaça cresce. Durante o período da troca, até que a nova carapaça fique rígida, a lagosta passa uma maior quantidade de tempo escondida, para proteção, já que a sua proteção natural, a carapaça ainda não está totalmente formada.Foram tranportados para a Península Ibérica em 1973 por empresários da zona de Badajoz. Aí, seriam criados para o abastecimento da linha alimentar.
Passam para a bacia do Caia, afluente do Guadiana, onde são vistos pela primeira vez em 1979. E ,dado o seu grande poder de reprodução e de sobrevivência e grande capacidade de construção de túneis, facilmente se espalharam por toda a Península. Desde a sua introdução em Portugal, no Baixo Mondego, o Lagostim Vermelho é considerado pelos agricultores uma praga nos arrozais. Porém há quem defenda que o Lagostim deve ser considerado um recurso e deve ser aproveitado económicamente, pois é um "petisco" bastante apreciado noutros países, particularmente em Espanha.
Sendo uma espécie invasora, bastante agressiva, no entanto o Lagostim, rapidamente, passou a constar da dieta de outros predadores, como as lontras e aves de grande porte, como a cegonha e galinhas de àgua, sendo mesmo, desta forma, responsável pelo regresso destas espécies a locais onde antes não eram sustentáveis.
Cinco filhos (Animais) Inserido Sunday 19 September 2010 09:57
Julgo que este seja um ninho de Phoenicurus ochruros, Rabiruivo Preto.
Este ninho encontrava-se junto a um tecto, em local com muito pouca luz. A minha presença já era um incómodo para estas aves, o que me levou a não usar o flash da câmera. A rapidez com que os pais chegavam, davam a comida ás crias e abandonavam o ninho era impressionante. Nestas condições, sem nenhum esconderijo, conseguir captar a imagem das crias com um dos pais já foi uma sorte. Apesar de esta foto ter uma qualidade medíocre, resolvi partilhar este momento convosco pela sua raridade.
Conhecido também pelos nomes de carvoeiro ou pisco-ferreiro, o rabirruivo-preto é uma das aves mais características das aldeias no norte e centro de Portugal. Pequeno passeriforme insectívoro, mede cerca de 14 centímetros e pode ter uma envergadura de asas de cerca de 24 centímetros. O macho é preto com uma pequena mancha branca na asa. A fêmea e o juvenil são acastanhados. Em todas as plumagens, o rabirruivo-preto identifica-se pela cauda cor-de-fogo e pelo “tique nervoso” que se consubstancia num frequente tremer.
Põe normalmente entre 4 e 6 ovos, que demora cerca de 13 dias a eclodir. Com frequência, fazem duas posturas anuais. A base da sua alimentação são larvas e insectos, e ocasionalmente também se alimenta de sementes e bagas.






